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Introdução a Diagnóstico

janeiro 23, 2013

As formas atuais de diagnóstico de Alzheimer vão muito além de uma análise sintomática, através da detecção de sintomas comuns da enfermidade, como perda de memória, depressão, degeneração cognitiva e motora, entre outros. O diagnóstico feito hoje para o Alzheimer é realizado em quatro passos. 

Primeiramente, o histórico médico do paciente é investigado em busca de casos que indiquem alterações neurológicas. É ainda realizada uma análise do histórico de parentes, a fim de se constatar pré disposições genéticas. 

Imagem utilizada no mini-mental state examination (MMSE), um dos testes psiquiátricos mais utilizados no mundo para diagnóstico de demência.

Imagem utilizada no mini-mental state examination (MMSE), um dos testes psiquiátricos mais utilizados no mundo para diagnóstico de demência.

Em seguida, são realizados testes psiquiátricos especiais para estudar as funções intelectuais do paciente. O teste analisa cada uma das condições cognitivas prejudicadas pelo Alzheimer, ajudando no diagnóstico da fase da doença. O paciente pode ser, então, submetido a exames que utilizam-se das tecnologias de ponta desenvolvidas mais recentemente, como a ressonância magnética. Porém , a demência em questão pode apenas ser diagnosticada após avaliação histopatológica. Esses exames, são cansativos e pouco práticos e, no caso da avaliação histológica (do tecido nervoso ou do líquido cefalorraquidiano, por exemplo), são invasivos, ou seja, precisa-se realizar uma pequena cirurgia para se extrair o material a ser analisado, normalmente por uma abertura natural do corpo.

O mal Alzheimer é, atualmente, a principal patologia causadora de perda de memória no mundo. Estipula-se que dos trinta e seis milhões de casos de demência no mundo, de vinte a vinte e cinco milhões são casos de Alzheimer. Devido ao fenômeno etário de envelhecimento da população, é provável que esse número cresça gradualmente e com a detecção de mais e mais casos de Alzheimer. Assim, é de fundamental importância a detecção cada vez mais precoce da enfermidade, de maneira que, apesar da característica incurável e degenerativa da doença, o paciente consiga enfrentá-la com qualidade de vida, se preparando para a evolução da doença e, ainda, retardando esse processo. Nessa mesma linha de pesquisa que prioriza o bem-estar do paciente, são desenvolvidos métodos cada vez menos cansativos e principalmente não invasivos, de diagnóstico rápido e eficiente. Os posts seguintes a respeito de diagnóstico serão focados nesses novos métodos em desenvolvimento e aprimoramento.

Bibliografia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ato_m%C3%A9dico

http://www.sciencedaily.com/releases/2012/01/120125112703.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/Alzheimer’s_disease#Diagnosis

http://www.alz.org/alzheimers_disease_diagnosis.asp

http://www.sciencedaily.com/releases/2012/03/120323134601.htm

http://www.osceskills.com/resources/pentagon.png

Escrito por: Matheus Timo

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