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Introdução ao tratamento

fevereiro 19, 2013

A doença de Azheimer é conhecida pelos profissionais de saúde desde o ano de 1901, quando o psiquiatra alemão Aloysius Alzheimer descobriu como ela agia em nosso córtex. Apesar disso, a cura para tal enfermidade não foi descoberta e as drogas atuais apenas retardam a evolução natural da doença, minimizando os danos e permitindo melhora temporária no estado do paciente.

Por se manifestar devido alterações neurológicas, provocando mudanças comportamentais e prevalecendo em pessoas idosas, os profissionais que tratam as pessoas com DA são psiquiatras, neurologistas e geriatras. O tratamento da DA deve envolver tanto intervenções farmacológicas quanto estratégias psicossociais. Contudo, estas não são objetivo desse blog, por isso abordaremos apenas aquelas, com ênfase na atuação microscópica das drogas.image

Atualmente os fármacos usados no tratamento da DA podem ser classificados em dois grupos gerais: o primeiro é composto pelos que atuam diretamente nas áreas prejudicadas pela doença, com o objetivo de frear sua evolução e prevenir complicações; o segundo compreende os remédios que tratam as alterações comportamentais decorrentes da DA, como a depressão observada em muitos casos. Os posts acerca do tratamento abordarão ambos os tipos de medicamentos.

Áreas do cérebro mais afetadas pelo Alzheimer

Áreas do cérebro mais afetadas pelo Alzheimer

Para entender como é a conduta de um profissional da saúde na hora de prescrever um tratamento a um paciente necessita-se conhecer os quatro níveis de tratamento: reversão dos processos patofisiológicos; prevenção do declínio cognitivo adicional; tratamento sintomático cognitivo e tratamento das manifestações não-cognitivas. Esses quatro níveis são como os objetivos a serem alcançados durante o tratamento.

Ilustração simplificada de uma sinapse neuronal

Ilustração simplificada de uma sinapse neuronal

Os tratamentos atuais são marcados pela terapia colinérgica associada ou não à memantina. Além dessa associação é usual a utilização de antioxidantes, estatinas, antiinflamatórios não hormonais e reposição estrogênica (no caso das mulheres) tanto para o tratamento como forma de prevenção de mais danos. Esses são os principais tratamentos já utilizados, mas outras medidas têm se mostrado muito eficientes, como a utilização de fatores de crescimento neuronal e a imunoterapia. Cada um dos tópicos citados acima terá sua ação melhor explicada em posts futuros.

Bibliografia:
http://farmalzheimer.blogspot.com.br/2010/11/tratamentos-para-o-alzheimer.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alois_Alzheimer
http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol32/n3/137.html

Imagens
http://www.hifishow.com.br/materiatecnica/snc.aspx
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/mal-de-alzheimer/mal-de-alzheimer-4.php
http://www.cuida.org.pt/Alzheimer

Escrito por: Ana Virgínia Torquato de Aquino

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From → Tratamento

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